Por que tantos segurados perdem o direito à indenização por falta de orientação?

Muitos segurados são surpreendidos com a negativa da seguradora justamente no momento em que mais precisam de proteção. O mais grave: em diversos casos, a recusa ocorre por detalhes evitáveis, que resultam da falta de orientação adequada no momento da contratação ou ao longo da vigência da apólice. Com isso, pessoas que acreditavam estar amparadas acabam perdendo o direito à indenização por questões técnicas ou omissões involuntárias.

Declarações incorretas no momento da contratação

Uma das principais causas de negativas é a divergência entre as informações declaradas pelo segurado e os dados apurados pela seguradora. Isso inclui, por exemplo, a subdeclaração de doenças pré-existentes no seguro de vida ou o uso diferente do declarado no seguro de veículo (como afirmar que o carro é de uso pessoal quando, na verdade, é usado para trabalho). Na maioria dos casos, esses erros não resultam de má-fé, mas de desinformação e falta de assessoria especializada.

Falta de atualização do contrato

Outro erro comum é não atualizar a apólice quando há mudanças relevantes. Mudanças de endereço, de beneficiários, reformas no imóvel segurado ou até a instalação de equipamentos no carro devem ser comunicadas. O segurado muitas vezes não sabe disso e, quando o sinistro acontece, a seguradora alega que o contrato está desatualizado e nega o pagamento com base em cláusulas técnicas.

Atraso no pagamento sem notificação prévia

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já decidiu que o simples atraso no pagamento do prêmio não pode, por si só, justificar a recusa da indenização se a seguradora não tiver feito notificação prévia ao segurado. Mesmo assim, muitos contratos são encerrados de forma indevida e o consumidor, por falta de conhecimento, não contesta. Isso demonstra como a falta de orientação jurídica pode custar caro.

Cláusulas abusivas e linguagem confusa

Muitos contratos de seguro são extensos e escritos em linguagem técnica. Sem a ajuda de um profissional que revise e explique o conteúdo, o segurado pode assinar um contrato com cláusulas limitativas ou abusivas, sem sequer perceber. Quando ocorre o sinistro, ele descobre que estava desamparado justamente pelo que assinou, sem entender. A ausência de clareza e de orientação jurídica preventiva contribui diretamente para esse tipo de frustração.

Como evitar esse tipo de armadilha

A melhor forma de garantir que seus direitos estejam preservados é contar com orientação jurídica desde o início. Um advogado especializado pode:

  • Analisar a apólice antes da contratação;
  • Garantir que as informações estejam corretas e completas;
  • Acompanhar a comunicação com a seguradora;
  • Atuar em caso de sinistro para garantir que a indenização seja paga corretamente;
  • Ingressar com ação judicial em caso de negativa injusta.

No Magalhães Gomes Advogados, orientamos e defendemos você em todas as etapas

Nosso escritório atua exclusivamente na defesa dos segurados. Sabemos que uma negativa de seguro, muitas vezes, é resultado da falta de orientação no momento certo. Por isso, oferecemos acompanhamento desde a análise do contrato até a resolução do sinistro — seja de forma administrativa ou judicial. Se você teve o seguro negado ou quer evitar riscos no futuro, entre em contato com nossa equipe. Informação e orientação adequada são a melhor forma de proteger o que é seu por direito.

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